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Explodindo em boas vibrações

Atualizado: Fev 4

Ah, o primeiro emprego. Aquela sensação de vitória que tudo vai dar certo, que você fez o melhor que pode durante a sua formação e na entrevista para chegar ali. Aquela explosão de emoções que você não tem certeza se vai conseguir controlar a bexiga. Não tem sensação melhor do que quando conseguimos algo que amamos.

Bexigas fazem: Bop!

Mas a mesma sensação acontece quando entramos pela décima vez na faculdade que mais sonhamos em entrar. O ano todo estudando incessantemente, abdicado de família, amigos e qualquer tipo de diversão por um sonho. Por que a resposta mais rápida que conseguimos ter é de: não.

Depois de entrar 30 vezes na faculdade e desistir, eu posso ter a vida saudável que eu sempre quis.

Mas é claro, se ele entrou 150 vezes na faculdade ele não terminou todas essas vezes e ele já deve estar frustrado com o problema de escolher uma profissão.


Claro querido leitor, são exemplos diferentes completamente exacerbados, que com certeza seriam menos esdrúxulos se eu simplesmente tivesse invertido os contextos, mas a emoção sentida seria extremamente semelhante ao descrito.


Vou te mostrar o que quero dizer com isso. Você se lembra da primeira vez que pegou uma colher na mão para comer? Provavelmente não, mas a sensação seria a mesma que a do nosso novo empregado, é uma nova conquista para a nossa experiência na terra. As pessoas em nossa volta teriam até uma reação semelhante a nossa.

Isso se a colher existir.

Mas tenta se lembrar da última vez que você comeu sopa. Você pode ter tido uma reação explosiva de emoções, mas provavelmente foi pelo contexto ou pelo sabor da sopa. No máximo a colher estava muito quente e você queimou a mão. Mas não foi por simplesmente segurar ela.

Colheres tem funções, mas talvez essa seja excessiva

Todos esses exemplos colocados aqui de colheres, entradas na faculdade ou empregos novos são situações vistas geralmente como boas. E foram descritas assim como, qualquer tipo de correção que você queira fazer nesses exemplos, como me dizer que o seu primeiro emprego foi uma droga, fica a vontade para me mandar um e-mail.

Minha reação ao ler o seu e-mail, descrevendo exatamente a sua vida em uma causalidade incrivelmente improvável.

Mas gera a questão de que viver bem, confortável pode perder o seu valor emocional. Não que as situações ruins não percam. Elas perdem, mas talvez, antes que digamos que nada de bom na nossa vida ocorre, vamos avaliar os contextos que vivemos. Com o tempo, perdemos as dicas corporais de que as coisas estão ruins ou boas. Temos que ativamente buscar mantê-las ou muda-las, compreendendo o mundo em que vivemos. Se deixarmos acontecer sem os nossos inputs, a vida pode nos levar a caminhos bem interessantes.


Por hoje é isso. Um artigo um pouquinho mais curto, mas acredito que o que escrevi nele tenha algum valor... Para alguém... Espero...

Se você está localizado em Sâo Paulo, Santo André, São Bernardo ou São Caetano ou tem facilidade de locomoção pelo metro, venha conhecer as nossas instalações.

A clínica localizada entre a Rua Bom Pastor e a Avenida Nazaré, próximo ao Museu do Ipiranga.

Próximo as estações Alto do Ipiranga e Sacomã da Linha 2 Verde do Metro.

Permita-me participar da sua mudança!

© 2019 por Gustavo Engelmann Cunha.